"Apesar do meu ar duro, sou cheia de muito amor e é isso o que certamente me dá uma grandeza..."

[Clarice Lispector]

Sou de paz, mas trago a guerra comigo
Nos meus sonhos só os poucos e leais amigos
E uma fé que não me deixa mais
De quedas e voos, de céus e cais
Do que arde e queima
Do que agracia e aconchega
Proteção e abrigo
Calma e perigo
Dor e cais
Em mim cá(rego) todos os doces e os sais
Mocinhas e bandidas
Perene e fugaz
Não vendo meu riso por uma bagatela qualquer
Tampouco ofereço a quem não é preciso
E "ai" dos que pensam que minha composição é apenas dócil
Minhas marcas de alma, de gozo, de queda, de alvedrio
Só apresento a quem me oferta brio
Na minha vida só cabe quem perpe(ta)tua doses sem conta-gotas de alegria,
docilidade, prolixidade de alma e tudo que o valha!
Para o meu coração não há muralha!
Há graça, simplicidade de alma e amor em demasia.
Mayara Harine
Para o meu coração não há muralha!
Há graça, simplicidade de alma e amor em demasia.
Mayara Harine
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